Histórico

O IC acontece desde 2006. Relembre as edições anteriores

  • IC11 (2017)

    A 11ª edição do IC se propôs ao corpo a corpo entre artistas e públicos. Com o lema “Tô Pra Jogo”, acolheu atividades que estimularam uma ação direta do público na obra de cada artista, ocupando os mesmos lugares, criando juntos, se tocando, se disponibilizando. Em transformação mútua. Agentes formando um mesmo time, sendo corresponsáveis pela dinâmica de cada situação como numa partida de pingue-pongue. A maioria absoluta da programação foi gratuita e extrapolou os teatros para expandir-se em ambientes de convívio, com obras e projetos não exatamente categorizados em linguagens e passíveis de ser acessados por qualquer pessoa, de qualquer idade, a qualquer momento. Para vivenciar e construir em dias inteiros de experimentação e em pautas cheias de sutileza.

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  • IC10 (2016)

    O IC comemorou 10 anos incendiando num processo inflamatório voltado ao tempo e à duração das coisas. A potência dos combustíveis, a resistência do fogo, o vigor da existência, a energia liberada, o calor que se propaga. “Quanto dura sua chama?”, foi a pergunta chave, chegando às percepções íntimas da passagem do tempo, à intensidade que permanece, ao potencial de renovação do aquecimento, à insistência da brasa, à longevidade. Foi assim que o IC10 radicalizou no formato e, em 24 horas de combustão, ocupou o Centro de Salvador como complexo cultural e de afetos.

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  • IC9 (2015)

    A nona edição, #artebarulho, se voltou às sonoridades que impulsionam a criação artística, com o desejo de ampliar campos sonoros e, principalmente, a escuta. O foco esteve na relação entre performance, arte sonora, música experimental e barulhos sociopolíticos de naturezas diversas.

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  • IC8 (2014)

    Esta edição veio atravessada pelo tópico “Arte, Tesão e Outras Transas”. Paixão, desbunde, aventura resfolegante... Uma paixão não só sexual, mas erótica, de movimento e de vitalidade, para entender como performar o desejo, encontrar o ímpeto da criação e estimular o tesão pela arte contemporânea.

  • IC7 (2013)

    Reuniu obras, projetos e ações que desdobravam a ideia de retrospectiva como parâmetro de criação de diferentes temporalidades e memórias. Por meio da reciclagem de materiais artísticos e reencarnações coreográficas, o IC7 desejou ativar uma noção de tempo expandida e complexa.

  • IC6 (2012)

    O encontro explorou a ideia de “borda”, apresentando obras nas quais a dança contemporânea se relacionava com as artes visuais, o cinema, a escrita, o audiovisual, a performance e o teatro, num convite a novos entendimentos.

  • IC5 (2011)

    O quinto ano do IC reuniu trabalhos solo para discutir sobre como questões econômicas e logísticas atravessam as escolhas estéticas de uma obra solística.

  • IC4 (2010)

    A quarta edição agregou artistas com um trajeto continuado de criação, acompanhando os desdobramentos dos seus trabalhos por meio do compartilhamento de mais de um de seus projetos e obras.

  • IC3 (2009)

    Na terceira edição, o projeto propôs um recorte estético e crítico: as relações entre dança, humor e política. Para lidar com essa questão, diversas atividades foram efetivadas, envolvendo mais de 60 criadores brasileiros.

  • IC2 (2008)

    No ano em que o Dimenti comemorou 10 anos, a segunda edição do encontro tratou de questões como gestão em grupos e coletivos brasileiros e a relação entre dança e intermidialidade (cena, literatura e vídeo).

  • IC1 (2006)

    A edição inaugural do IC alongou-se por quatro meses e gerou ações integradas que englobaram mostras de espetáculos, debates, oficinas, publicações, catálogo de grupos nordestinos online e produção de documentário.

 

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