{"id":94,"date":"2021-08-12T14:49:59","date_gmt":"2021-08-12T17:49:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.icencontrodeartes.com.br\/ic14\/?p=94"},"modified":"2021-08-22T21:39:20","modified_gmt":"2021-08-23T00:39:20","slug":"arquivodeespaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.icencontrodeartes.com.br\/ic14\/arquivodeespaco\/","title":{"rendered":"Arquivo de Espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p>Em tempos de espa\u00e7os culturais fechados aos seus p\u00fablicos, a miniss\u00e9rie \u201cArquivo de Espa\u00e7o\u201d vem para ativ\u00e1-los atrav\u00e9s de mem\u00f3rias que contam suas hist\u00f3rias mais subjetivas. Em seis epis\u00f3dios, a produ\u00e7\u00e3o revisita teatros e centros de cultura da Bahia para mostr\u00e1-los atrav\u00e9s das lembran\u00e7as de personagens convidados que compartilham seus afetos sobre estes locais. De Salvador, est\u00e3o o Teatro Gamboa, Teatro Martim Gon\u00e7alves, Teatro do Goethe-Institut e Espa\u00e7o Cultural Alagados, somados ao Teatro Dona Can\u00f4, de Santo Amaro, e Centro de Cultura Ol\u00edvia Barradas, de Valen\u00e7a, potentes equipamentos que muito se relacionam com suas comunidades e trajetos culturais.<\/p>\n<p>Transitando entre a atualidade pand\u00eamica e um passado j\u00e1 quase remoto, em cada epis\u00f3dio, que tem dura\u00e7\u00e3o de cerca de cinco minutos, o p\u00fablico testemunhar\u00e1 uma conversa \u00edntima entre um espa\u00e7o e uma pessoa que o ocupou, ou que ainda o ocupa. S\u00e3o pessoas dos bastidores, profissionais muitas vezes invisibilizados, que habitam e que sustentam esses locais com suas presen\u00e7as e sua for\u00e7a de trabalho. \u201cArquivo de Espa\u00e7o\u201d n\u00e3o anseia por formalizar historiografias institucionalizadas, mas sim por celebrar, por meio de gente e suas mem\u00f3rias, a vida que existe nestas estruturas. A s\u00e9rie parte da ideia de que nossas mem\u00f3rias, experi\u00eancias e saberes s\u00e3o mat\u00e9rias fundamentais da hist\u00f3ria, da constru\u00e7\u00e3o de novos futuros e da sobreviv\u00eancia de uma cena, de uma cultura.<\/p>\n<p>\u201cArquivo de Espa\u00e7o\u201d, com realiza\u00e7\u00e3o da Dimenti Produ\u00e7\u00f5es Culturais, tem dire\u00e7\u00e3o de Larissa Lacerda, que tamb\u00e9m assina roteiro ao lado de Marina Martinelli.<\/p>\n<p><strong>QUEM \u00c9<\/strong><br \/>\nCom olhar m\u00faltiplo para as artes e t\u00e9cnicas da cena, Larissa Lacerda atua como iluminadora, diretora, atriz, cantora e coordenadora t\u00e9cnica. \u00c9 mestra em Artes C\u00eanicas pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Artes C\u00eanicas da Universidade Federal da Bahia (PPGAC\/UFBA), bacharel em Dire\u00e7\u00e3o Teatral (UFBA) e licenciada em Letras Vern\u00e1culas (UFBA). Pesquisa tens\u00f5es entre performatividade e teatralidade no teatro contempor\u00e2neo, que resultou no espet\u00e1culo \u201c&#8230;nenhuma carta\u201d (2016), com o qual participou de diversos festivais. Trabalhou ao lado de diretores como M\u00e1rcio Meirelles, Hebe Alves, F\u00e1bio Esp\u00edrito Santo, Rino Carvalho e Paula Lice. Foi coordenadora art\u00edstica do \u201cProjeto Di\u00e1rio Rosa\u201d, a\u00e7\u00e3o art\u00edstica multilinguagem em torno do tema da viol\u00eancia sexual contra mulheres, que ocupou o Teatro Gamboa Nova (2017). Fez o projeto de luz do Festival Concha Negra (2019). Assina a luz e a assist\u00eancia de dire\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo \u201cVermelho Melodrama\u201d, de Jorge Alencar, vencedor na categoria Melhor Espet\u00e1culo pelo Pr\u00eamio Braskem de Teatro 2019.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tempos de espa\u00e7os culturais fechados aos seus p\u00fablicos, a miniss\u00e9rie \u201cArquivo de Espa\u00e7o\u201d vem para ativ\u00e1-los atrav\u00e9s de mem\u00f3rias que contam suas hist\u00f3rias mais subjetivas. Em seis epis\u00f3dios, a produ\u00e7\u00e3o revisita teatros e centros de cultura da Bahia para mostr\u00e1-los atrav\u00e9s das lembran\u00e7as de personagens convidados que compartilham seus afetos sobre estes locais. 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