{"id":223,"date":"2022-07-06T17:11:24","date_gmt":"2022-07-06T20:11:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.icencontrodeartes.com.br\/ic15\/?p=223"},"modified":"2022-08-17T17:49:05","modified_gmt":"2022-08-17T20:49:05","slug":"pacifico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.icencontrodeartes.com.br\/ic15\/pacifico\/","title":{"rendered":"Pac\u00edfico"},"content":{"rendered":"<p>O solo \u201cPac\u00edfico\u201d faz parte do espet\u00e1culo \u201cTamanho \u00danico\u201d, do Bal\u00e9 Teatro Castro Alves, estreado em 2018. Com cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o de Paullo Fonseca, membro da companhia oficial de dan\u00e7a da Bahia desde a sua funda\u00e7\u00e3o, em 1981, o trabalho \u00e9 um di\u00e1logo entre o indiv\u00edduo e seu territ\u00f3rio: micro, macro, pessoal e coletivo. O corpo negro atravessado de suas ancestralidades em interrela\u00e7\u00e3o com a natureza \u00e0 sua volta, integrando voz e m\u00fasculos no mesmo movimento que constr\u00f3i uma prece-protesto e nos mostra a beleza de sermos natureza, ao mesmo tempo em que nos alerta sobre o risco de nos destruirmos quando n\u00e3o cuidamos desse mundo que somos. Evidencia este corpo negro latino e seus atravessamentos entre os dois lados do continente Sul-Americano, onde as florestas e suas ancestralidades se tornam ref\u00e9ns das redes de demarca\u00e7\u00f5es de terra de colonizadores. E hoje, depois das diversas migra\u00e7\u00f5es dos povos da mata, desde a Mesoam\u00e9rica, essa atitude de deslocar-se est\u00e1 enraizada na cultura do mover: entendimento explicitado nas est\u00e9ticas corporais, sonoras, musicais e textuais da performance.<\/p>\n<p><strong>Ficha t\u00e9cnica:<\/strong><br \/>\nInt\u00e9rprete-criador: Paullo Fonseca<br \/>\nAssist\u00eancia art\u00edstica: Agnaldo Fonseca<br \/>\nCenografia e figurino: Zuarte Jr.<br \/>\nTexto: \u201cPoema para o Sol\u201d (Akhenaton)<br \/>\nTrilha: \u201cDei um Brado\u201d de Z\u00e9 de Tet\u00e9 (Poetas da Mata do Norte vol.4 \u2013 Coco de Roda 2005) e &#8220;Kworo Kango&#8221; canto dos \u00cdndios Caiap\u00f3s, adaptado por Marlui N\u00f3brega Miranda<br \/>\nOpera\u00e7\u00e3o de luz: Juliana Mendon\u00e7a<br \/>\nOpera\u00e7\u00e3o de som: Veri\u00e2ngela Bulhosa<\/p>\n<p><strong>Sobre Paullo Fonseca<\/strong><br \/>\nPaullo Fonseca \u00e9 bailarino, core\u00f3grafo, pesquisador e arteducador. Teve sua forma\u00e7\u00e3o profissional na Escola de Bal\u00e9 EBATECA TCA, durante os anos de 1976 a 80, participando do seu corpo de baile e do grupo residente Bal\u00e9 Brasileiro da Bahia (BBB). Em 1981, foi aprovado no concurso p\u00fablico para a cria\u00e7\u00e3o da primeira companhia de dan\u00e7a do Norte e Nordeste do Brasil, o Bal\u00e9 Teatro Castro Alves (BTCA). No BTCA, atuou como core\u00f3grafo, assistente de coreografia, diretor art\u00edstico (2008\/2009) e membro do N\u00facleo de Pesquisa, tendo se apresentado em diversos estados brasileiros e pa\u00edses da Europa e Oriente M\u00e9dio, al\u00e9m dos Estados Unidos. Em paralelo ao trabalho no BTCA, ministrou aulas e desenvolveu cria\u00e7\u00f5es em v\u00e1rios grupos independentes na capital e interior da Bahia. Atualmente, desenvolve estudos\/pesquisas em montagens de solo, mesa perform\u00e1tica, filmes, grupos e oficinas, unindo Dan\u00e7a\/Canto &#8211; Corpo\/Voz.<\/p>\n<p><strong>Sobre o Bal\u00e9 Teatro Castro Alves<\/strong><br \/>\nCompanhia p\u00fablica de dan\u00e7a contempor\u00e2nea fundada em 1981, o Bal\u00e9 Teatro Castro Alves (BTCA) tem dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Ana Paula Bouzas e \u00e9 um corpo art\u00edstico est\u00e1vel do Teatro Castro Alves (TCA), vinculado \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e \u00e0 Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Conta no seu repert\u00f3rio com mais de 100 montagens de importantes core\u00f3grafos. Em sua hist\u00f3ria recente, destacam-se \u201cLub Dub\u201d (2017), \u201cUrbis in Motus\u201d (2017), \u201cTamanho \u00danico\u201d (2018), \u201cCHAMA: Coreografia para artistas incendi\u00e1rixs\u201d (2018), \u201cA Hist\u00f3ria do Soldado\u201d (2019), em parceria com a Orquestra Sinf\u00f4nica da Bahia (OSBA), e \u201cViramundo\u201d (2022), junto \u00e0 Orquestra Afrosinf\u00f4nica. Em 2021, celebrando seus 40 anos, o BTCA lan\u00e7ou o longa-metragem \u201cA Cidade que Habita em Mim\u201d.<\/p>\n<p><em>Esta pe\u00e7a ser\u00e1 apresentada em sess\u00e3o conjunta com <a href=\"https:\/\/www.icencontrodeartes.com.br\/ic15\/tudo-que-e-imaginario-existe-e-e-e-tem-abertura-pacifico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tudo que \u00e9 imagin\u00e1rio existe e \u00e9 e tem<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O solo \u201cPac\u00edfico\u201d faz parte do espet\u00e1culo \u201cTamanho \u00danico\u201d, do Bal\u00e9 Teatro Castro Alves, estreado em 2018. Com cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o de Paullo Fonseca, membro da companhia oficial de dan\u00e7a da Bahia desde a sua funda\u00e7\u00e3o, em 1981, o trabalho \u00e9 um di\u00e1logo entre o indiv\u00edduo e seu territ\u00f3rio: micro, macro, pessoal e coletivo. 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