Partindo da questão “Como criar uma dança de autodefesa?”, Davi Pontes e Wallace Ferreira desenvolvem uma coreografia que incorpora técnicas não convencionais e informais de práticas autodefensivas. Através da mimese, de padrões rítmicos e das poses, expandem as percepções de tempo e espaço, enquanto constroem uma leitura crítica da história da dança, investigando vocabulários de movimento que dialogam com a ética negra.
O trabalho já foi apresentado em diversos países, incluindo Alemanha, França, Suíça, Portugal, Suécia, Áustria, Espanha, Finlândia, Islândia, Sérvia e Canadá. Em 2022, recebeu o prêmio Young Choreographers’ Award no festival ImPulsTanz, em Viena.
Classificação indicativa: 18 anos
Acessibilidade: Arquitetura acessível e audiodescrição
FICHA TÉCNICA
Conceito e performance: Davi Pontes e Wallace Ferreira
Obra encomendada por: Frestas – Trienal de Artes 2020/21 – O rio é uma serpente, com curadoria de Beatriz Lemos, Diane Lima e Thiago de Paula Souza
Estreia internacional: Les Urbaines, Suíça, 2021
Gestão e distribuição internacional: Something Great