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	<title>Arquivo de Salvador - IC Encontro de Artes 17</title>
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	<title>Arquivo de Salvador - IC Encontro de Artes 17</title>
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		<title>Juliana Linhares</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/juliana-linhares</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 00:28:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cantora, compositora, atriz potiguar e uma das figuras mais vibrantes da cena cultural brasileira, Juliana Linhares lançou em março de 2021 seu álbum de estreia, “Nordeste Ficção”. Com direção artística de Marcus Preto e produção musical de Elísio Freitas, o trabalho ganhou destaque por sua proposta inovadora, reminiscentemente de um roteiro de teatro, sendo um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cantora, compositora, atriz potiguar e uma das figuras mais vibrantes da cena cultural brasileira, Juliana Linhares lançou em março de 2021 seu álbum de estreia, “Nordeste Ficção”. Com direção artística de Marcus Preto e produção musical de Elísio Freitas, o trabalho ganhou destaque por sua proposta inovadora, reminiscentemente de um roteiro de teatro, sendo um romance de autoficção e um docudrama cinematográfico. São 11 faixas que irradiam beleza e alegria, remetendo aos clássicos LPs de artistas nordestinos como Amelinha, Elba Ramalho, Cátia de França, Terezinha de Jesus, além da poesia de compositores como Alceu Valença, Ednardo, Belchior e Zé Ramalho.</p>
<p>O álbum inclui uma inédita de Tom Zé, cantada ao lado de Letrux (exclusivamente produzida por Pedro Carneiro / Vovô Bebe), além de parcerias com Chico César, Zeca Baleiro, Khrystal, Moyseis Marques, Posada, Mestrinho, Jéssica Caitano, entre outros, e uma releitura do hino nordestino “Tareco e Mariola”, de Petrúcio Amorim. Influenciada pelo livro “A Invenção do Nordeste e Outras Artes”, de Durval Muniz de Albuquerque Jr., a obra também propõe reflexões sobre o significado de ser nordestina hoje. Residente no Rio de Janeiro desde 2010, Juliana usa sua posição de observadora privilegiada para questionar e desconstruir estereótipos sobre o Nordeste, promovendo a criação de novas narrativas culturais.</p>
<p>Nos últimos anos, Juliana intensificou seu processo de composição solo, buscando experimentar seu lado compositora após anos atuando como intérprete. “Durante a quarentena, percebi a necessidade de criar por mim mesma, de testar minhas próprias vozes e ideias”, ela afirma. Essa nova fase resultou em músicas que refletem sua visão e inquietudes.</p>
<p>Juliana levou o show de “Nordeste Ficção” a diversos palcos e festivais do Brasil, como Rock In Rio (RJ), The Town (SP), Coala (SP), Radioca (BA), Tim Festival (RJ), Bndes (RJ), Coma (DF), Dosol (RN), BR 135 (MA), Sensacional (BH), Carambola (AL), Mostra Cariri De Culturas (CE), Morrostock (RS), Arraial Da Arara (RJ), Marco Zero (PE), Festival Elos (CE), entre muitos outros.</p>
<p>Com o sucesso do álbum, a faixa de abertura “Bombinha” foi trilha sonora da novela “Mar do Sertão” (Rede Globo), na qual Juliana também atuou em um capítulo. A música foi regravada por Daniela Mercury no álbum de Carnaval de 2022. Em janeiro de 2023, “Balanceiro” entrou na trilha da novela “Renascer” (TV Globo), marcando sua presença na dramaturgia brasileira.</p>
<p>Juliana Linhares também continua à frente da banda Pietá, desde 2012. Sua trajetória nas artes cênicas inclui trabalhos com João Falcão em “A Ópera do Malandro” e “Gabriela”, participação no espetáculo “O Tempo Não Dá Tempo”, com Angel Vianna, atuação como diretora assistente em “Vamos Comprar um Poeta”, além de ser alternante de Laila Garin no musical “A Hora da Estrela” e atuar em “Contos Partidos de Amor”.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 18 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e tradução em Libras</p>
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		<title>Há uma festa sem começo que não termina com o fim</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/ha-uma-festa-sem-comeco-que-nao-termina-com-o-fim</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 00:23:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Livro é árvore, verso já foi traço escrito na terra arada. Os verbos são passado e presente simultâneos. Nenhuma palavra termina em si mesma, os corpos também não. Num rito coletivo de festa e de teatro, uma casa se reabre às/aos convivas e reaprende: como estarmos juntos novamente? Quatro artistas, tal qual páginas soltas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Livro é árvore, verso já foi traço escrito na terra arada. Os verbos são passado e presente simultâneos. Nenhuma palavra termina em si mesma, os corpos também não. Num rito coletivo de festa e de teatro, uma casa se reabre às/aos convivas e reaprende: como estarmos juntos novamente? Quatro artistas, tal qual páginas soltas de um livro, folheiam o tempo e convidam o público a percorrer um lugar, um ontem, uma vida, um agora, um país, um amanhã.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 18 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e tradução em Libras</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA </strong><br />
Elenco: Eliel Carvalho, Jota Júnior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima<br />
Direção e dramaturgia: Francis Wilker<br />
Codireção e dramaturgismo: Thereza Rocha<br />
Interlocução dramatúrgica: Ricardo Cabaça/Lisboa-Portugal<br />
Light design: Guilherme Bonfanti e Wallace Rios<br />
Apoio técnico: Luís Albuquerque<br />
Coordenação técnica: Nelson Albuquerque<br />
Direção de arte: Rodrigo Frota<br />
Costura e consultoria figurino atriz: Ricardo Bessa<br />
Estandartes: Li Mendes e Joaquim Sotero<br />
Pesquisa de movimento: Thereza Rocha<br />
Música: Eliel Carvalho<br />
Instalação sonora: Ayrton Pessoa Bob<br />
Voz em off: Priscila Scaren<br />
Consultoria histórica sobre o teatro cearense: Ricardo Guilherme<br />
Designer gráfico e fotos: Carol Veras<br />
Colaboração artı́stica: Micheli Santini e Ierê Papá<br />
Produção executiva: Silvianne Lima<br />
Assistente de produção: Denise Costa<br />
Assessoria de imprensa: Ari Areia<br />
Comunicação: Jota Júnior Santos<br />
Realização: Pavilhão da Magnólia e Casa Absurda</p>
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		<title>Mini Ball</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/mini-ball</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 00:16:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A House of Mamba Negra é um coletivo artístico Ballroom nascido em 2019, com atuação no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins, Bahia e Ceará, já tendo produzido diversas Balls, oficinas e treinos ao longo de sua atuação nos diferentes territórios. O coletivo reúne em torno de 50 pessoas com interesses em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A House of Mamba Negra é um coletivo artístico Ballroom nascido em 2019, com atuação no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins, Bahia e Ceará, já tendo produzido diversas Balls, oficinas e treinos ao longo de sua atuação nos diferentes territórios. O coletivo reúne em torno de 50 pessoas com interesses em pesquisa e formação em áreas como artes visuais, performance, dança, moda, audiovisual, música, educação, produção cultural e políticas públicas. O ponto de encontro entre as pessoas que compõem a Mamba Negra é o desejo de colocar o corpo como potência de criação e garantir a continuidade de narrativas insurgentes.</p>
<p>Nessa noite, a House of Mamba Negra oferece uma Mini Ball, reunindo a comunidade Ballroom em uma grande celebração da vida de corpos dissidentes. Competindo em quatro categorias de beleza, estética, moda e performance, as Houses e as 007s disputarão prêmios em dinheiro.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 18 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível</p>
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		<title>CAVUCADA &#8211; a festa não será amanhã</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/cavucada</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 00:11:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“CAVUCADA &#8211; a festa não será amanhã” é um espetáculo de dança em forma de festa que comemora mais de duas décadas de história e intensa atuação da Cia Dançurbana na cidade de Campo Grande e no estado do Mato Grosso do Sul. O título do espetáculo faz referência a um passo de dança do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“CAVUCADA &#8211; a festa não será amanhã” é um espetáculo de dança em forma de festa que comemora mais de duas décadas de história e intensa atuação da Cia Dançurbana na cidade de Campo Grande e no estado do Mato Grosso do Sul. O título do espetáculo faz referência a um passo de dança do brega funk chamado “cavucada”, que mexe a pelve e todo o corpo com intensa vitalidade.</p>
<p>O espetáculo-festa rememora também coreografias do repertório da companhia, apresentando fragmentos de obras criadas ao longo desses 20 anos, além de danças festivas de diversas referências presentes em filmes, videoclipes, TikTok, entre outras fontes. Tudo isso como um estímulo para o público se mover junto e participar da situação celebratória.</p>
<p>A direção da peça é da dupla Jorge Alencar e Neto Machado, de Salvador (BA): “Temos uma enorme admiração por tudo que a Dançurbana vem dinamizando no Mato Grosso do Sul e no Brasil. O desejo de nosso espetáculo é exaltar as singularidades de cada artista-agente dessa história, aproximando o público dessa celebração que não é só da companhia, mas das artes e da cultura do estado do Mato Grosso do Sul que resiste e reexiste ao longo do tempo”.</p>
<p>Em 2023, a obra foi convidada a integrar a programação da 13ª Bienal Sesc de Dança, em Campinas (SP). Já em 2024, compôs a programação do FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (SP).</p>
<p>Como diz o poeta Moisés Alves: a festa é agora, estamos na rua, assim como as paixões, os ofícios, os feitiços, a pólvora de futuras gerações. Quando dançamos, o que em nós se prende, balança e despenca. Se expande! Vamos cavucar!?</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 18 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e audiodescrição</p>
<p>Criação e direção artística: Jorge Alencar e Neto Machado<br />
Intérpretes-criadores: Afrodite Fetake, Ariane Nogueira, Daniel Andrade, Jackeline Mourão, Livia Lopes, Maura Menezes, Ralfer Campagna, Reginaldo Borges, Renata Leoni, Roberta Siqueira, Rose Mendonça e Wagner Gomes<br />
Trilha/Montagem sonora: Reginaldo Borges<br />
Design e operação de iluminação: Adriel Santos<br />
Personal stylist: Wity Prado<br />
Figurino: Gabriela Mancini<br />
Assistente de figurino: Herbert Correa<br />
Produção: Ralfer Campagna e Roberta Siqueira</p>
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		<item>
		<title>Candomblé da Barroquinha</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/candomble-da-barroquinha</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 23:58:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ascendência, memória e encantamento. É pedindo licença para pisar em solo sagrado que o espetáculo “Candomblé da Barroquinha” faz uma ode ao Candomblé Ketu, maior e mais popular nação do Candomblé no Brasil, remontando suas origens, e celebra a história espiritual e cultural do povo negro diaspórico. Com direção de Thiago Romero, texto de Daniel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ascendência, memória e encantamento. É pedindo licença para pisar em solo sagrado que o espetáculo “Candomblé da Barroquinha” faz uma ode ao Candomblé Ketu, maior e mais popular nação do Candomblé no Brasil, remontando suas origens, e celebra a história espiritual e cultural do povo negro diaspórico. Com direção de Thiago Romero, texto de Daniel Arcades e elenco potente, a montagem traz à cena as vivências cotidianas de Marcelina, uma jovem abian, e da comunidade à sua volta.</p>
<p>Apesar de ficcional, a obra é fundamentada a partir da pesquisa do diretor e do dramaturgo, e o enredo revisita o que se tem como umas das histórias sobre a origem do candomblé. “Nosso povo merece conhecer a história das mãos que fizeram este país. A arte tem como um de seus compromissos reinventar universos, heróis e heroínas para seus apreciadores e assim estamos fazendo. Por mais que nos faltem dados, não nos faltam a memória do corpo, a memória das vozes esquecidas e os documentos não-oficiais. Estamos aqui para contar uma história pouco conhecida e muito necessária para nossa população”, destaca o diretor Thiago Romero.</p>
<p>Em “Candomblé da Barroquinha”, o público conhece a história de três princesas africanas chegadas à Bahia na condição de escravizadas &#8211; Iyá Adetá, Iyá Kalá e Iyá Nassô -, personagens celebradas pela oralidade, que teriam fundado, no bairro da Barroquinha, o mais antigo templo de culto africano do país, tornando-se assim o símbolo de resistência, fora da África, dos reinos de Ketu e Oyó. Com sua sabedoria ancestral, elas criam uma das comunidades Jeje-Nagô mais importantes fora do território africano, reconstituindo na Bahia os locais sagrados destruídos pelo violento processo de colonização.</p>
<p>O elenco inclui nomes conhecidos da cena teatral baiana, como Nitorê Akadã, Yalorixá do Ilê Axé Egbe Omi N&#8217;lá, Fernanda Silva, Larissa Libório, Shirlei Silva, Antonio Marcelo e Diogo Teixeira. A coreografia é de Nildinha Fonseca, coreógrafa e bailarina do Balé Folclórico da Bahia, e a direção de produção é de Laise Castro.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e tradução em Libras</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong><br />
Direção: Thiago Romero<br />
Texto: Daniel Arcades<br />
Direção de produção: Laíse Castro<br />
Direção musical: Lucas Maciel (primeira vez)<br />
Direção de arte (cenário e figurino): Thiago Romero<br />
Direção de movimento: Nildinha Fonseca<br />
Coreografia: Nildinha Fonseca, Nitorê Akadã e Thiago Romero<br />
Preparação corporal: Nitorê Akadã<br />
Assistente de preparação corporal: Ivana Paixão<br />
Elenco: Antonio Marcelo, Diogo Teixeira, Fernanda Silva, Larissa Libório, Nitorê Akadã e Shirlei Silva<br />
Produção executiva: Amanda Cervilho e Francisco Xavier<br />
Assistentes de produção: Monalisa Barbosa e Ludmylla Souza<br />
Assistente de arte: Ayran Cunha<br />
Iluminação: Vitor Hugo Sá<br />
Assistentes de iluminação: Ella Dias e Maria Tucumã<br />
Músicos: Lucas Maciel, Allan Pádua, Gabriel Rosário e Samir Bispo<br />
Cenotécnicos: George Santana e Ricardo Fernandes<br />
Confecção de cenário: George Santana e Ricardo Fernandes<br />
Técnicos de som: Jeferson Souza e Jorge Souza<br />
Costura: Rainha Loulou e Diego Ariel<br />
Social media: Thais Lago<br />
Assessoria de imprensa: Cris Felix<br />
Intérprete de libras: Lucas Sol<br />
Realização: DAN Território de Criação</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Repertório N.2</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/repertorio-n-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 23:47:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Partindo da questão “Como criar uma dança de autodefesa?”, Davi Pontes e Wallace Ferreira desenvolvem uma coreografia que incorpora técnicas não convencionais e informais de práticas autodefensivas. Através da mimese, de padrões rítmicos e das poses, expandem as percepções de tempo e espaço, enquanto constroem uma leitura crítica da história da dança, investigando vocabulários de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Partindo da questão “Como criar uma dança de autodefesa?”, Davi Pontes e Wallace Ferreira desenvolvem uma coreografia que incorpora técnicas não convencionais e informais de práticas autodefensivas. Através da mimese, de padrões rítmicos e das poses, expandem as percepções de tempo e espaço, enquanto constroem uma leitura crítica da história da dança, investigando vocabulários de movimento que dialogam com a ética negra.</p>
<p>O trabalho já foi apresentado em diversos países, incluindo Alemanha, França, Suíça, Portugal, Suécia, Áustria, Espanha, Finlândia, Islândia, Sérvia e Canadá. Em 2022, recebeu o prêmio Young Choreographers’ Award no festival ImPulsTanz, em Viena.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 18 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e audiodescrição</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong><br />
Conceito e performance: Davi Pontes e Wallace Ferreira<br />
Obra encomendada por: Frestas – Trienal de Artes 2020/21 – O rio é uma serpente, com curadoria de Beatriz Lemos, Diane Lima e Thiago de Paula Souza<br />
Estreia internacional: Les Urbaines, Suíça, 2021<br />
Gestão e distribuição internacional: Something Great</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IGBADU – Orquestra de Berimbaus de Mulheres</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/igbadu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 23:33:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Erra quem disser que mulher não pode tocar berimbau. Erra, igualmente, quem disser que mulher não pode tocar tambor. A IGBADU – Orquestra de Berimbaus de Mulheres é a certeza de que as mulheres não aceitam mais as justificativas dadas para tais interdições. Ao contrário, através de muita pesquisa, define seu processo criativo comprometido politicamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Erra quem disser que mulher não pode tocar berimbau. Erra, igualmente, quem disser que mulher não pode tocar tambor. A IGBADU – Orquestra de Berimbaus de Mulheres é a certeza de que as mulheres não aceitam mais as justificativas dadas para tais interdições. Ao contrário, através de muita pesquisa, define seu processo criativo comprometido politicamente na desconstrução destas falsificações coloniais. Isto mesmo! Interditar os corpos femininos aos processos de produção corporal impostos pelo gênero não é uma construção da natureza, não é das nossas africanidades, mas da sociedade em seus ímpetos de controle. Não, não é coisa das deusas!</p>
<p>Lançada no contexto do Julho das Pretas de 2023, a IGBADU – Orquestra de Berimbaus de Mulheres reúne mulheres capoeiristas de diferentes gerações, estilos de capoeira, posições hierárquicas, bem como de diferentes grupos e organizações das capoeiristas. Em comum, o reconhecimento sobre a importância do instrumento berimbau em suas formações, rompendo barreiras impostas às mulheres de gerações anteriores. O mesmo sobre os atabaques, sobretudo quando dedicados a interpretar sonoridades vinculadas ao universo do sagrado. Reunir estes instrumentos nesta malta de mulheres é apontamento de um futuro já em curso.</p>
<p>As sonoridades buscam um lugar de encontro entre estes universos que se complementam e que outrora compuseram uma cena vivencial comum. Entre o sagrado e o popular do seu cotidiano, trabalha com os ritmos da capoeiragem no diálogo com a instrumentalização de algumas referências iorubás, chegando ao samba reggae e pagode baiano.</p>
<p>IGBADU – Orquestra de Berimbaus de Mulheres veio para dizer que as “cabaças da existência” definem a prospecção de um futuro em que não seja mesmo possível imaginar, e menos ainda dizer, que mulher não pode tocar qualquer que seja o instrumento, ou fazer qualquer coisa, sobretudo quando suas escolhas apontam a descolonização de seus corpos e existência. “Só as cabaças, as cabacinhas&#8230;”</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e audiodescrição</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ERUPÇÃO &#8211; O levante ainda não terminou</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/erupcao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 23:29:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A coletivA ocupação cria em seu segundo espetáculo uma cena de Festa e Guerra, onde teatro, dança e performance espiralam o tempo. A Erupção da história, uma imagem nos atravessa: vivemos na Boca do Vulcão. Ao longo da peça, 15 performers se transfiguram em seres de diferentes cosmologias e tempos. Modificando seus corpos, eles se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A coletivA ocupação cria em seu segundo espetáculo uma cena de Festa e Guerra, onde teatro, dança e performance espiralam o tempo. A Erupção da história, uma imagem nos atravessa: vivemos na Boca do Vulcão. Ao longo da peça, 15 performers se transfiguram em seres de diferentes cosmologias e tempos. Modificando seus corpos, eles se transmutam para outros mundos e seres.</p>
<p>A dança e linguagem coletivA nasce da investigação do corpo que carrega uma rememoração pessoal, mas que também quer inventar novos corpos e vidas. Palavras, músicas e imagens são elaboradas a partir de uma dramaturgia própria e colaborativa. Memórias ancestrais provocam uma presentificação em cena: a festa e a guerra.</p>
<p>A Erupção como pulsão é traduzida em gestos, corpos que encarnam revoltas do passado e presente. Entre os tremores da experiência da colonialidade, se pergunta em um contexto de luta: o que é o fim de mundos e a criação de novos?<br />
A Retomada da cena. A retomada da terra. ColetivA.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e audiodescrição</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong><br />
Direção: Martha Kiss Perrone<br />
Performance: Abraão Kimberley, Alicia Esteves, Alvim Silva, Benedito Beatriz, DJ Shaolin, Letícia Karen, Lilith Cristina, Marcéu Maria Fernandes, Matheus Maciel e PH Veríssima<br />
Dramaturgia: Icá Iuori, Lilith Cristina, Martha Kiss Perrone e coletivA ocupação<br />
Preparação corporal e direção de movimento: Ricardo Januário<br />
Música: DJ Shaolin, Akinn e coletivA ocupação<br />
Iluminação: Benedito Beatriz<br />
Operação de luz: Lux Machado<br />
Figurino: Juan Duarte<br />
Cenotécnicas: Alicia Esteves e Letícia Karen<br />
Copreparação corporal: Castilho<br />
Banda coletivA: Abraão Kimberley, DJ Shaolin, Lilith Cristina e PH Verissima<br />
Técnico de som: Abismo de Bibi<br />
Colaboração musical: Akinn, Anelena Toku, Rafael Coutinho, Fronte Violeta &#8211; música Lapso<br />
Direção de arte: Frente de visualidades coletivA<br />
Preparação vocal: Abraão Kimberley e Lilith Cristina<br />
Assistência de figurino: Marcela Akie<br />
Produção: Corpo Rastreado &#8211; Gabs Ambròzia e coletivA ocupação<br />
Apoio durante o processo de criação: Battersea Art Centre (Londres) e Nosso Coletivo (Rio de Janeiro)<br />
coletivA em residência: Casa do Povo</p>
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		<title>Bate-papo: Qual o front da sua festa?</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/bate-papo-qual-o-front-da-sua-festa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 23:15:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O IC17 promove espaços de conversa pública entre artistas, pesquisadoras, equipe curatorial e público, a partir das obras da programação. Os bate-papos propõem cruzamentos entre pensamento e presença, criando zonas de escuta crítica e afetiva. Com mediação da curadoria do festival e participação de artistas das peças do festival, as conversas investigam como cada trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O IC17 promove espaços de conversa pública entre artistas, pesquisadoras, equipe curatorial e público, a partir das obras da programação. Os bate-papos propõem cruzamentos entre pensamento e presença, criando zonas de escuta crítica e afetiva. Com mediação da curadoria do festival e participação de artistas das peças do festival, as conversas investigam como cada trabalho articula ideias como festa e front, colisão e folia, corpo e política, em suas singularidades poéticas. A artista Monica Santana participa com um gesto performativo de criação em tempo presente, elaborando um pensamento visual por meio da técnica da facilitação gráfica.</p>
<p><strong>Bate-papo: Qual o front da sua festa?</strong><br />
Com mediação de Jorge Alencar, neste bate-papo, partimos das obras participantes do festival que trazem a festa como solo criativo e político. No âmago dessas obras, há urgências que não se deixam adiar: a festa é também denúncia, grito, ritual e continuação. Como a festa, como força dramatúrgica e estética, pode pulsionar certos fronts de luta na cena contemporânea? Como articular celebração e insurgência sem cair na distração? Em que medida festejar junto é gesto político e prova das alegrias ativas? Um compartilhamento crítico e afetivo dos processos curatoriais e criativos, cruzando corpos, histórias e territórios que festejam na linha de frente.</p>
<p><strong>Com:</strong><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/cavucada" target="_blank">Cia Dançurbana (MS)</a><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/candomble-da-barroquinha" target="_blank">DAN Território de Criação (BA)</a><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/debandada" target="_blank">Debonde (RJ)</a></p>
<p><strong>Pesquisadora convidada: Lu Paixão (BA)</strong><br />
Coreógrafa, artista e pesquisadora das danças contemporâneas, especialista em Coreografia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Possui mestrado e doutorado pela UNICAMP e pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA, parte da pesquisa feita na biblioteca para as artes do espetáculo de Nova Iorque. Desenvolve pesquisa sobre a historiografia da dança e da dança negra no cinema. Filiada à Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE) e à Associação Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA). Docente do Curso de Dança na Escola de Dança da UFBA e do do Programa de Pós-graduação em Dança, Mestrado e Doutorado da UFBA.</p>
<p><strong>Facilitação gráfica: Monica Santana</strong><br />
A facilitação gráfica é o processo de usar imagens para facilitar a comunicação e colaboração em grupo. É uma forma visual de registrar ideias, discussões e decisões. Desse modo, permite que as elaborações discursivas possam ser compartilhados de modo acessível, claro e gerando possibilidade de engajamento e compartilhamento. É uma ferramenta poderosa para brainstorming, resolução de problemas e tomada de decisões. A facilitadora gráfica acompanha a discussão, produzindo uma síntese que mistura desenhos, metáforas visuais, frases e destaques de palavras-chaves. Esse material pode ser compartilhado, fotografado, filmado e se desdobrar em outros produtos acessíveis que permitem o alcance e compreensão do debate realizado.</p>
<p>Monica Santana (BA) é uma artista multidisciplinar, com atuação na cena, na escrita/literatura/dramaturgia e desenho de conversas e discussões coletivas. Doutora e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), é bacharel em Comunicação/Jornalismo. É professora no Mestrado Profissional em Artes e Mediação Cultural da Escola Superior de Artes Célia Helena. Atuou por anos como educomunicadora e jornalista e, nesse ambiente, conheceu a facilitação gráfica, técnica que promove a sistematização de discussões e construções coletivas por meio de ilustrações e síntese visual. Desde 2014, vem atuando em eventos presenciais, híbridos e também para inserção em obras de audiovisual.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> Livre<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e tradução em Libras</p>
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		<title>Bate-papo: Qual a festa do seu front?</title>
		<link>https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/bate-papo-qual-a-festa-do-seu-front</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 23:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O IC17 promove espaços de conversa pública entre artistas, pesquisadoras, equipe curatorial e público, a partir das obras da programação. Os bate-papos propõem cruzamentos entre pensamento e presença, criando zonas de escuta crítica e afetiva. Com mediação da curadoria do festival e participação de artistas das peças do festival, as conversas investigam como cada trabalho [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/bate-papo-qual-a-festa-do-seu-front">Bate-papo: Qual a festa do seu front?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17">IC Encontro de Artes 17</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IC17 promove espaços de conversa pública entre artistas, pesquisadoras, equipe curatorial e público, a partir das obras da programação. Os bate-papos propõem cruzamentos entre pensamento e presença, criando zonas de escuta crítica e afetiva. Com mediação da curadoria do festival e participação de artistas das peças do festival, as conversas investigam como cada trabalho articula ideias como festa e front, colisão e folia, corpo e política, em suas singularidades poéticas. A artista Monica Santana participa com um gesto performativo de criação em tempo presente, elaborando um pensamento visual por meio da técnica da facilitação gráfica.</p>
<p><strong>Bate-papo: Qual a festa do seu front?</strong><br />
Com mediação de Larissa Lacerda, a conversa pública parte das obras participantes do festival, convidando a pensar quais celebrações habitam os fronts das cenas que compomos. Como a alegria alimenta o enfrentamento? Onde está a vitalidade no risco, na ira política, na resistência que dança? Quem tem direito à festa? Festejaremos apesar de &#8211; e com &#8211; tudo? Uma conversa onde o pensamento se faz corpo, presença e imaginação.</p>
<p><strong>Com:</strong><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/erupcao" target="_blank" rel="noopener">coletivA ocupação (SP)</a><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/repertorio-n-2" target="_blank" rel="noopener">Davi Pontes e Wallace Ferreira (RJ)</a><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/juliana-linhares" target="_blank" rel="noopener">Juliana Linhares (RN)</a><br />
&#8211; <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/ha-uma-festa-sem-comeco-que-nao-termina-com-o-fim" target="_blank" rel="noopener">Pavilhão da Magnólia (CE)</a></p>
<p><strong>Pesquisadora convidada: Rita Aquino (BA)</strong><br />
Artista, pesquisadora e professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com atuação na graduação e pós-graduação em Dança (PPGDança e Prodan). Doutora em Artes Cênicas, mestre e especialista em Dança pela UFBA, é líder do grupo de pesquisa ENTRE: Artes e Enlaces, com pesquisa em práticas colaborativas, mediação artística e contextos de educação formal e não formal em artes. Atualmente exerce a coordenação de Produção e Difusão da Extensão, na Pró-Reitoria de Extensão da UFBA, com ênfase em arte e cultura. Desde 2011 integra a equipe do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia). Dentre seus trabalhos artísticos, destacam-se “Looping: Bahia Overdub” e “Pingos e Pigmentos”, com apresentações no Brasil e no exterior.</p>
<p><strong>Facilitação gráfica: Monica Santana</strong><br />
A facilitação gráfica é o processo de usar imagens para facilitar a comunicação e colaboração em grupo. É uma forma visual de registrar ideias, discussões e decisões. Desse modo, permite que as elaborações discursivas possam ser compartilhados de modo acessível, claro e gerando possibilidade de engajamento e compartilhamento. É uma ferramenta poderosa para brainstorming, resolução de problemas e tomada de decisões. A facilitadora gráfica acompanha a discussão, produzindo uma síntese que mistura desenhos, metáforas visuais, frases e destaques de palavras-chaves. Esse material pode ser compartilhado, fotografado, filmado e se desdobrar em outros produtos acessíveis que permitem o alcance e compreensão do debate realizado.</p>
<p>Monica Santana (BA) é uma artista multidisciplinar, com atuação na cena, na escrita/literatura/dramaturgia e desenho de conversas e discussões coletivas. Doutora e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), é bacharel em Comunicação/Jornalismo. É professora no Mestrado Profissional em Artes e Mediação Cultural da Escola Superior de Artes Célia Helena. Atuou por anos como educomunicadora e jornalista e, nesse ambiente, conheceu a facilitação gráfica, técnica que promove a sistematização de discussões e construções coletivas por meio de ilustrações e síntese visual. Desde 2014, vem atuando em eventos presenciais, híbridos e também para inserção em obras de audiovisual.</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> Livre<br />
<strong>Acessibilidade:</strong> Arquitetura acessível e tradução em Libras</p>
<p>O post <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17/programacao/bate-papo-qual-a-festa-do-seu-front">Bate-papo: Qual a festa do seu front?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.icencontrodeartes.com.br/ic17">IC Encontro de Artes 17</a>.</p>
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